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Notícias

Greve de caminhoneiros, maio de 2018
Acompanhe ao vivo a situação pelo país: Greve de caminhoneiros, maio de 2018 Acompanhe ao vivo a situação pelo país: No 4ºdia, greve dos caminhoneiros causa reflexos no país. Petrobras anuncia redução de 10% no diesel durante 15 dias. Juiz determina liberação de 6 rodovias e autoriza 'uso da força'. Rio tem falta de combustível e redução na frota de ônibus . Frota deve ser reduzida em 40% em São Paulo
Média da bolsa-auxílio para estágio foi de R$ 1.002 em 2017; veja ranking de cursos com os maiores valores 

Agronomia, ciências atuarais e economia lideram nos maiores valores; bolsa-auxílio teve aumento em relação a 2016. Estagiários em agronomia recebem maior valor Reprodução EPTV Pesquisa divulgada pelo Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) mostra que o valor médio da bolsa-auxílio paga aos estagiários em 2017 foi de R$ 1.002,79, ou seja, 3,8% maior em relação a 2016, quando era de R$ 965,63. O levantamento ocorreu entre 10 de outubro e 15 de dezembro de 2017, com 25.434 estagiários de todo o país. Veja as médias por nível de escolaridade: Superior: R$ 1.125,69, aumento de 3,8% ante 2016 Tecnólogos: R$ 1.011,64, aumento de 1,3% ante 2016 Nível técnico: R$ 768,27, aumento de 0,74% ante 2016 Ensino médio: R$ 620,45, aumento de 2,26% ante 2016 Separando por gênero, os homens recebem R$ 1.057,65 e as mulheres R$ 961,10. Segundo o presidente do Nube, Carlos Henrique Mencaci, a diferença somente ocorre porque os homens, em sua maioria, optam por carreiras da área de exatas, como engenharia e economia, ou seja, com as melhores remunerações. Já boa parte das mulheres migram para os segmentos de humanas. “Todavia, ao olharmos para um curso específico, não há diferenças entre os pagamentos”, afirma. Veja o ranking com os 10 cursos mais bem pagos: Superior Agronomia: R$ 2.076,24 Ciências Atuariais: R$ 1.645,00 Economia: R$ 1.601,16 Ciência e Tecnologia: R$ 1.457,81 Química: R$ 1.371,46 Engenharia: R$ 1.355,93 Relações Internacionais: R$ 1.340,64 Marketing: R$ 1.258,63 Farmácia e Bioquímica: R$ 1.257,85 Sistemas de Informação: R$ 1.229,39 Superior Tecnólogo Tecnólogo em banco de dados: R$ 1.284,29 Tecnólogo em análise e desenvolvimento de sistemas: R$ 1.184,33 Tecnologia em secretariado: R$ 1.114,78 Tecnólogo em processos gerenciais: R$ 1.106,55 Tecnólogo em redes de computadores: R$ 1.070,66 Tecnólogo em comércio exterior: R$ 1.065,68 Tecnólogo em jogos digitais: R$ 1.054,40 Tecnólogo em informação: R$ 1.027,58 Tecnólogo em produção audiovisual: R$ 1.015,68 Tecnólogo em marketing: R$ 1.007,20 Médio Técnico Técnico em Química: R$ 929,33 Técnico em Segurança do Trabalho: R$ 913,55 Técnico em Automação: R$ 862,73 Técnico em Eletroeletrônica: R$ 854,26 Técnico em Mecânica: R$ 853,03 Técnico em Eletrônica: R$ 816,98 Técnico em Contabilidade: R$ 781,96 Técnico em Logística: R$ 775,55 Técnico em Mecatrônica: R$ 772,34 Técnico em Marketing: R$ 753,56 Agronomia está no topo há 4 anos De acordo com Mencaci, agronomia se mantém no topo da lista pelo 4º ano consecutivo, pelo peso que o agronegócio representa no PIB e pela criação de empregos no setor. "Além de ocorrer uma migração natural do meio rural para a cidade, também há pouca mão de obra especializada e o pagamento tende a aumentar para atrair talentos", diz. Além disso, desde o início da pesquisa, em 2008, os cursos de economia, química e engenharia sempre estiveram no ranking dos mais bem pagos no nível superior. “São campos muito amplos de atuação e já bem estruturados na sociedade, podendo-se atuar desde a indústria até a educação. Ainda assim, faltam profissionais bem qualificados, fator decisivo para as empresas manterem uma bolsa-auxílio alta, com o intuito de trazer os melhores para suas equipes”, diz o presidente. Mencaci ressalva que não se deve eleger uma carreira apenas pelo futuro salário. “Passamos a maior parte do tempo nas organizações, portanto, ninguém conseguirá se manter firme se não tiver um pouco de afinidade com as funções rotineiras”, afirma. Ele recomenda procurar logo nos primeiros semestres por um estágio. “Essa será a melhor forma de testar se o rumo é o mais adequado ao perfil desse jovem. Além, é claro, de ser a maior porta de inserção no mercado de trabalho”, diz.

HyperAdapt 1.0, tênis que se amarra sozinho inspirado em 'De volta para o futuro', chega ao Brasil por R$ 3,5 mil

Calçado da Nike começa a ser vendido nesta quinta-feira (24). Modelo é de uso casual, mas ideia da fabricante é que tecnologia chegue em breve às quadras de basquete. Tênis HyperAdapt 1.0 se amarra sozinho e foi inspirado em 'De volta para o futuro' Marty McFly ficaria orgulhoso: a ficção se tornou realidade. É que nesta quinta-feira (24) começa a ser vendido no Brasil o HyperAdapt 1.0, tênis que se amarra sozinho e que foi inspirado no filme "De volta para o futuro 2" (1989). O preço de cada par é bem alto: R$ 3,5 mil. Mas lá fora a situação também não é fácil: US$ 720. Assista ao vídeo acima. Esse é o primeiro modelo da Nike que executa essa proeza mágica e é vendido para o público em geral. Antes dele, a fabricante lançou em 2016 uma réplica totalmente funcional do Mag, o pisante de McFly no cinema. As vendas, no entanto, foram apenas por leilão. Nike Mag, tênis de Marty McFly em 'De volta para o futuro 2', ganhou réplica totalmente funcional em 2016 Divulgação/Nike Os recursos foram destinados para a fundação de Michael J. Fox para pesquisas sobre o Mal de Parkinson. O ator foi diagnosticado com a doença em 1990. Hoje, um par de Nike Mag pode custar até US$ 45 mil em mercados de venda de tênis. Magia e apatia Depois de calçados, tênis HyperAdapt 1.0 se amarram sozinhos ao sentir certa pressão nos calcanhares Celso Tavares/G1 Ao aparecer na redação do G1, o HyperAdapt 1.0 causou duas reações opostas dependendo da pessoa: espanto total com um tênis que se molda sozinho ao pé; ou ligeira decepção com seu barulhinho de batedeira, a ponto de surgirem comentários como... "mas é só isso?" A verdade é que o calçado, de fato, impressiona. Mas também é verdade que, desconsiderado o fator inovação, ele "só" se amarra sozinho. A tecnologia por trás do HyperAdapt 1.0 está em desenvolvimento há mais de 10 anos e foi imaginada primeiro por Tinker Hatfield, principal designer de tênis da Nike e criador de vários modelos da linha de Michael Jordan, a partir da ideia de que um calçado moderno precisa se adaptar às nossas atividades e ao formato dos nossos pés. Hatfield também é personagem de um dos episódios da série-documentário "Abstract: The art of design", da Netflix. Tinker Hatfield, designer de tênis, em episódio da série 'Abstract: The art of design' Divulgação/Netflix Num segundo momento, Hatfield passou a contar com a ajuda de Tiffany Beers, funcionária até 2017 do departamento de inovação da companhia, e Mark Parker, o próprio CEO da Nike. Juntos, eles materializaram o tênis que se amarra sozinho e batizaram a tecnologia responsável por isso de E.A.R.L., sigla para "Electro Adaptive Reactive Lacing" (algo como amarração eletrônica adaptável e reativa, em tradução para o português). E se você pensou em algo como cadarços fazendo nós no ar, melhor pensar de novo. Nike HyperAdapt 1.0 tem mecanismo chamado E.A.R.L., com motor, bateria e sensor, que faz o tênis se amarrar sozinho Celso Tavares/G1 Funciona assim: O HyperAdapt 1.0 tem um sensor no calcanhar que reconhece pressão, ou seja, o momento em que é calçado e a pessoa se levanta Esse sensor aciona o motor do tênis, instalado debaixo da palmilha, que por sua vez é conectado a seis cabos que a Nike chama de "flywire" O motor então traciona esses cabos, que passam por dentro da lateral do tênis, até eles ajustarem o cabedal confortavelmente em torno do pé De acordo com Paulo Guimarães, especialista de produtos da Nike, a ideia é que o usuário personalize o HyperAdapt 1.0 para que ele se lembre do formato do seu pé. "O tênis tem dois botões na parte externa, para amarrar mais ou afrouxar. Usando eles você define quão apertado quer essa amarração. O tênis consegue salvar isso na memória. E toda vez que você calçá-lo, ele vai ativar essa memória e colocar a amarração que você definiu", ele conta ao G1. Uma bateria instalada no solado do tênis alimenta o motor. Ela é recarregada por indução, sem fios e por aproximação, como em smartphones e relógios inteligentes mais modernos. Segundo a Nike, uma carga pode durar cerca de duas semanas de uso. Futuro do tênis Cristiano Ronaldo testa o HyperAdapt 1.0. Objetivo é que tecnologia de auto-amarração migre para os esportes nos próximos anos Divulgação/Nike Então o HyperAdapt 1.0 é um artigo de luxo feito para quem tem preguiça de amarrar os sapatos? Também! Mas não é apenas isso. A Nike enxerga no modelo uma porta de entrada para levar a tecnologia de auto-amarração em breve até os esportes. Mais especificamente, para as quadras de basquete. Durante o desenvolvimento do tênis, o trio percebeu como a E.A.R.L. pode ser a solução para lesões e pés deformados devido ao uso de tênis muito apertados. Shaquille O'Neal e LeBron James que o digam. "Os jogadores de basquete têm bastante tempo de partida, mas também passam muito tempo parados. Então imaginE se, enquanto o atleta espera o companheiro cobrar um lance livre, ou durante uma parada técnica, o sapato percebe isso e se desamarra para não causar tanta pressão no pé?", conta Paulo Guimarães. "E aí quando ele realmente for pro jogo, e precisar do ajuste, o calçado se amarra sozinho durante a partida. Esse é o primeiro passo de como a Nike imagina o futuro do tênis daqui pra frente". O interesse, é claro, não é apenas benevolente. De acordo com a consultoria Sports Value, a receita das empresas Nike, Adidas, Puma e Under Armour, as quatro maiores do mercado de material esportivo, é essencialmente de vendas de tênis, linha têxtil e equipamentos esportivos. No caso da Nike, os tênis representaram US$ 21 bilhões do faturamento de US$ 34,4 bilhões da companhia em 2017, o equivalente a 65% do total.

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